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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Onde você se Encontra Aqui ?


Leonard Ravenhill - As Pessoas Que Não Oram

"Nenhum homem é maior do que sua vida de oração. O pastor que não está orando está brincando, as pessoas que não estão orando estão desviando. O púlpito pode ser uma vitrine para mostrar os talentos de uma pessoa; já o quarto de oração não permite nenhum exibicionismo.”

sábado, 15 de outubro de 2011

Extraordinário Jesus - Paulo Junior


Essa mensagem, pregada pelo Pr. Paulo Junior, mostra o poder e o senhorio do Senhor Jesus Cristo. Não há homem, nem nome que se compare com JESUS.         


"Lucas 21:33"

(Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras não hão de passar)



quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Por que Você faz as Coisas Desse Jeito? - Tim Conway







                                                           Por : Emanoel Noronha

Jesus Sabe !

             
      Quantas lágrimas você já verteu a sós, sem ninguém para lhe estender um ombro amigo, sem uma palavra de alento, sem nenhum consolo...
Considere, no entanto, que Jesus sabe...
        Quando você descobre que seus amigos, nos quais você depositava a mais sincera confiança, lhe traem, e a amargura lhe visita a alma dolorida, no silêncio das horas... Jesus sabe.
        Jesus conhece os mais secretos pensamentos e sentimentos de cada uma das ovelhas que o Pai Lhe confiou. Por que Ele Te AMA ! João 3:16

                                                                                                              
                                                                                         Por : Emanoel Noronha


quarta-feira, 21 de setembro de 2011

O Homen no Buraco



 



                                                       
                                                                 Por : Emanoel Noronha

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Paul Washer Testemunho - (Legendado)




Paul Washer fala da sua conversão e do "segredo" do sucesso de seu ministério.


          

           Paul Washer é o fundador / Diretor e Coordenador do Missões HeartCry Sociedade Missionária que apóia o trabalho missionário indígena.
           Paul Washer viveu a experiência de  nascer de novo enquanto estudava para se tornar um advogado de petróleo e gás da Universidade do Texas. Após a formatura, ele participou de Southwestern Baptist Theological Seminary e obteve um Mestrado em Teologia. Ele então se mudou para o Peru para se tornar um missionário durante 10 anos, depois retornou aos Estados Unidos.
                                                         
                                                                                        Por : Emanoel Noronha

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Deus Existe ? - Albert Einstein



                                                                                Por: Emanoel Noronha

O bebê crente e o bebê ateu


No ventre de uma mulher grávida, dois bebês estão tendo uma conversa. Um deles é crente e outro ateu.

O Ateu: Você acredita na vida após o nascimento?
O Crente: Claro que sim. Todo mundo sabe que existe vida após o nascimento. Nós estamos aqui para crescer fortes o suficiente e nos preparar para o que nos espera depois.
O Ateu: Bobagem! Não pode haver vida após o nascimento! Você pode imaginar como seria essa vida?
O Crente: Eu não sei todos os detalhes, mas acredito que exista mais luz, e talvez a gente caminhe e se alimente lá.
O Ateu: Besteira! É impossível andarmos e nos alimentarmos! É ridículo! Nós temos o cordão umbilical que nos alimenta. Eu só quero mostrar isso para você: a vida após o nascimento não pode existir, porque a nossa vida, o cordão, já é demasiado curta.
O Crente: Eu estou certo de que é possível. Ela será um pouco diferente. Eu posso imaginá-la.
O Ateu: Mas não há ninguém que tenha voltado de lá! A vida simplesmente acaba com o nascimento. E, francamente, a vida é apenas um grande sofrimento no escuro.
O Crente: Não, não! Eu não sei como a vida após o nascimento será exatamente, mas em todo caso, nós encontraremos nossa mãe e ela cuidará de nós!
O Ateu: Mãe? Você acha que tem uma mãe? Então, onde ela está?
O Crente: Ela está em toda parte à nossa volta, e nós estamos nela! Nós nos movemos por causa dela e graças a ela, nós nos movemos e vivemos! Sem ela, nós não existiríamos .
O Ateu: Bobagem! Eu não vi nenhuma mãe semelhante; portanto, não existe nenhuma.
O Crente: Eu não posso concordar com você. Na verdade, às vezes, quando tudo se acalma, nós podemos ouvi-la cantar e sentir como ela acaricia o nosso mundo. Eu acredito fortemente que a nossa vida real começará somente após o nascimento. Eu creio !
Por : Emanoel Noronha

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Tapetinho Vermelho!


Uma pobre mulher morava em uma humilde casinha com sua neta muito doente. Como não tinha dinheiro sequer para levá-la a um médico, e vendo que, apesar de seus muitos cuidados e remédios com ervas, a pobre criança piorava a cada dia, resolveu iniciar a caminhada de 2 horas até a cidade próxima em busca de ajuda. Chegando no único hospital público da região foi aconselhada a voltar pra casa e trazer a neta para que esta fosse examinada. 

Quando ia voltando, já desesperada por saber que sua neta não conseguia sequer levantar da cama, a senhora passou em frente a uma Igreja e como tinha muita fé em Deus, apesar de nunca ter entrado em uma Igreja, resolveu pedir ajuda.
  
Ao entrar, encontrou algumas senhoras ajoelhadas no chão fazendo orações. As senhoras receberam a visitante e, após se inteirarem da história, a convidaram para se ajoelhar e orar pela criança. Após quase uma hora de fervorosas orações e pedidos de intercessão ao Pai, as senhoras já iam se levantando quando a mulher lhes disse:
  - Eu também gostaria de fazer uma oração.

Vendo que se tratava de uma mulher de pouca cultura, as senhoras retrucaram:
- Não é necessário. Com nossas orações, com certeza sua neta irá melhorar.

Ainda assim a senhora insistiu em orar, e começou:
- Deus, sou eu, olha. A minha neta está muito doente Deus, assim eu gostaria que você fosse lá curar ela. Deus, você pega uma caneta que eu vou dizer onde fica.

As senhoras estranharam, mas continuaram ouvindo.
- Já está com a caneta Deus? Você vai seguindo o caminho daqui de volta pra Belo Horizonte e quando passar o rio com a ponte você entra na segunda estradinha de barro, não vai errar tá.

A esta altura as senhoras já estavam se esforçando para não rir; mas ela continuou.
- Seguindo mais uns 20 minutinhos tem uma vendinha, entra na rua depois da mangueira que o meu barraquinho é o último da rua, pode ir entrando que não tem cachorro.
– Olha Deus, a porta tá trancada, mas a chave fica embaixo do tapetinho vermelho na entrada, o senhor pega a chave, entra e cura a minha netinha. Mas olha só Deus, por favor, não esquece de colocar a chave de novo embaixo do tapetinho vermelho senão eu não consigo entrar quando chegar em casa…

A esta altura as senhoras interromperam aquela ultrajante situação dizendo que não era assim que se deveria orar, mas que ela poderia ir pra casa sossegada, pois elas eram pessoas de muita fé, e Deus, com certeza, iria ouvir as preces e curar a menina.

A mulher foi pra casa um pouco desconsolada, mas ao entrar em sua casinha sua neta veio correndo lhe receber.
- Minha neta, você está de pé, como é possível! E a menina explicou:
- Eu ouvi um barulho na porta e pensei que era a senhora voltando, porém entrou um homem muito alto com um vestido branco em meu quarto e mandou que eu levantasse. Não sei como, mas eu simplesmente levantei. E, quase em prantos, a menina continuou:
- Depois ele sorriu, beijou minha testa e disse que tinha de ir embora, mas pediu que eu avisasse a senhora que ele ia deixar a chave embaixo do tapetinho vermelho…

O mais importante na vida é ACREDITAR!!!



terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Cicatrizes...





Há alguns anos, em um dia quente de verão, um pequeno menino decidiu ir nadar no lago que havia atrás de sua casa. Na pressa de mergulhar na água fresca, foi correndo e deixando para trás os sapatos, as meias e a camisa. Voou para a água, não percebendo que enquanto nadava para o meio do lago, um jacaré estava deixando a margem e entrando na água. Sua mãe, em casa, olhava pela janela enquanto os dois estavam cada vez mais perto um do outro.Com medo absoluto, correu para o lago, gritando para seu filho o mais alto quanto conseguia. Ouvindo sua voz, o pequeno se alarmou, deu um giro e começou a nadar de volta ao encontro sua mãe. 

Mas era tarde. Assim que a alcançou, o jacaré também o alcançou. A mãe agarrou seu menino pelos braços enquanto o jacaré agarrou seus pés.Começou um cabo-de-guerra incrível entre os dois. O jacaré era muito mais forte do que a mãe, mas a mãe era por demais apaixonada para deixa-lo ir. Um fazendeiro que passava por perto ouviu os gritos, pegou uma arma e disparou no jacaré. De forma impressionante, após semanas no hospital, o pequeno menino sobreviveu. Seus pés extremamente machucados pelo ataque do animal, e, em seus braços, os riscos profundos onde as unhas de sua mãe estiveram cravadas no esforço sobre o filho que ela amava. Um repórter de jornal que entrevistou o menino após o trauma, perguntou-lhe se podia mostrar suas cicatrizes. O menino levantou seus pés. E então, com óbvio orgulho, disse ao repórter - Mas olhe em meus braços. Eu tenho grandes cicatrizes em meus braços também. Eu as tenho porque minha mãe não deixou eu ir. Você e eu podemos nos identificar com esse pequeno menino. 

Nós também temos muitas cicatrizes. Não, não a de um jacaré, ou qualquer coisa assim tão dramática. Mas as cicatrizes de um passado doloroso, algumas daquelas cicatrizes são feias e causam-nos profunda dor. Mas, algumas feridas, meu amigo, são porque DEUS se recusou a nos deixar ir. E enquanto você se esforçava, Ele estava lhe segurando. 

Se hoje o momento é difícil, talvez o que está te causando dor, seja Deus cravando-lhe suas unhas para não te deixar ir, lembre-se do jacaré e, muito mais, daquele que mesmo em meio a tantas lutas, nunca vai te abandonar e, certamente, vai fazer o que for necessário para não te perder, ainda que para isso seja preciso deixar-lhe cicatrizes.




segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Questão científica


Um professor desafiou seus alunos com esta pergunta: 
-Deus fez tudo que existe?

Um estudante respondeu corajosamente: "Sim, fez!"
-Deus fez tudo, mesmo?"
-Sim, professor", respondeu o jovem.

O professor replicou: "Se Deus fez todas as coisas, então Deus fez o mal, pois o mal existe, e considerando-se que nossas ações são um reflexo de nós mesmos, então Deus é mal".

O estudante calou-se diante de tal resposta e o professor, feliz, se vangloriava de haver provado uma vez mais que a Fé era um mito. 
Outro estudante levantou sua mão e disse: "Posso lhe fazer uma pergunta, professor?"
-Sem dúvida, respondeu-lhe o professor.

O jovem ficou de pé e perguntou:
 -Professor, o frio existe?
-Mas que pergunta é essa? Claro que existe, você por acaso nunca sentiu frio?

O rapaz respondeu: "Na verdade, professor, o frio não existe. Segundo a Física, o que consideramos frio é, na realidade, a ausência de calor. Todo corpo ou objeto pode ser estudado quando tem ou transmite energia, mas é o calor e não o frio que faz com que tal corpo tenha ou transmita energia".
-O zero absoluto é a ausência total e absoluta de calor, quando todos os corpos ficam inertes, inca pazes de reagir, mas o frio não existe. Criamos esse termo para descrever como nos sentimos quando nos falta o calor".
-E a escuridão, existe?" continuou o estudante.

O professor respondeu: "Mas é claro que sim".

O estudante respondeu: "Novamente o senhor se engana, a escuridão tampouco existe. A escuridão é na verdade a ausência de luz. Podemos estudar a luz, mas a escuridão não. O prisma de Newton decompõe a luz branca nas varias cores de que se compõe, com seus diferentes comprimentos de onda. A escuridão não. Um simples raio de luz rasga as trevas e ilumina a superfície que a luz toca. Como se faz para determinar quão escuro está um determinado local do espaço? Apenas com base na quantidade de luz presente nesse local, não é mesmo? Escuridão é um termo que o homem criou para descrever o que acontece quando não há luz presente".

Finalmente, o jovem estudante perguntou ao professor: "Diga, professor, o mal existe?"

Ele respondeu: "Claro que existe. Como eu disse no início da aula, vemos roubos, crimes e violência diariamente em todas as partes do mundo, essas coisas são o mal".

Então o estudante respondeu: "O mal não existe, professor, ou ao menos não existe por si só. O mal é simplesmente a ausência de Deus. É, como nos casos anteriores, um termo que o homem criou para descrever essa ausência de Deus. Deus não criou o mal".

"Não é como a Fé ou o Amor, que existem como existe a Luz e o Calor. O mal resulta de que a humanidade não tenha Deus presente em seus corações e mentes. É como o frio que surge quando não há calor, ou a escuridão que acontece quando não há luz."

domingo, 20 de fevereiro de 2011

A Importância do Perdão


Luisinho entra em casa fulo da vida. Seu pai, que estava indo para o quintal para trabalhar na horta, ao ver aquilo chama o menino para uma conversa. 

Luís, que tem oito anos de idade, o acompanha, desconfiado. Antes que seu pai diga alguma coisa, o menino fala, irritado: 
- Pai, estou com muita raiva. O Juca não deveria ter feito aquilo comigo. Desejo tudo de ruim pra ele. 

Seu pai escuta calmamente o filho, que continua a reclamar: 
- O Juca me humilhou na frente dos meus amigos. Não aceito isso. Gostaria que ele ficasse muito doente, sem poder sair de casa. 

O pai escuta calado, enquanto caminha até um depósito onde guarda um saco cheio de carvão. Levou, então, o saco até o fundo do quintal. O menino o acompanhou, calado. Luís vê o saco ser aberto e, antes mesmo de fazer uma pergunta, o pai lhe propõe: 

- Filho, faz de conta que aquela camisa branquinha que está secando no varal é o seu amiguinho Juca e que cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu, endereçado a ele. Quero que você jogue todo o carvão do saco na camisa, até o último pedaço. Depois eu volto para ver como ficou. O menino achou que essa seria uma brincadeira divertida e pôs mãos à obra. O varal com a camisa estava longe do menino e poucos pedaços acertavam o alvo. Mas o menino não desistiu enquanto não esvaziou o saco de carvão. Depois de uma hora, o menino terminou a tarefa. O pai, que espiava tudo de longe, se aproximou do menino e lhe perguntou: 
- Filho, como está se sentindo agora? 
- Estou cansado, mas estou alegre porque acertei muitos pedaços de carvão na camisa. 

O pai olha para o menino, que fica sem entender a razão daquela brincadeira, e carinhoso lhe fala: 
- Venha comigo até o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa. O filho acompanha o pai e, no quarto, é colocado na frente de um grande espelho. Que susto! O menino está tão sujo de carvão que mal pode enxergar os dentes. O pai, então lhe diz ternamente: 
- Filho, você viu que a camisa quase não se sujou? Mas olhe só o estado em que você ficou!!! O mal que desejamos aos outros é como o que lhe aconteceu. Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, a borra, os resíduos, a fuligem ficam sempre grudados em nós mesmos. 

Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. 
Cuidado com suas palavras, elas se transformam em ações. 
Cuidado com suas ações, elas se transformam em hábitos. 
Cuidado com seus hábitos, eles moldam o seu caráter. 
Cuidado com seu caráter, ele controla o seu destino. 


"Então, Pedro, aproximando-se dele, disse: Senhor, até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu lhe perdoarei? Até sete? Jesus lhe disse: Não te digo que até sete, mas até setenta vezes sete." Mt 18:21-22



sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Gratidão


Certo dia, um homem de situação financeira privilegiada, andando pela rua da infelicidade, avista um estabelecimento semelhante a um supermercado. E depois de muita dificuldade para se aproximar do local, atravessa a rua da renúncia, e por fim, chega até ao lugar tão desejado. 

O homem fita os seus olhos no suposto supermercado e vê escrito na fachada: Graça. Não conseguindo conter a sua curiosidade, entra naquele ambiente misterioso. No seu coração sente uma paz que nunca havia experimentado antes. Logo percebe várias gôndolas marcando os corredores, como de qualquer supermercado. Caminhando em direção às gôndolas, observa com muito espanto, as mercadorias expostas naquele local. Ao procurar um carrinho para colocar os produtos, encontra um homem que o instrui, dizendo: 
- Se você procura um carrinho, aqui não encontrará. Deve guardar estas coisas no teu coração. 

Ele começa a colocar tudo o que necessita no seu coração. Os produtos que encontra são: cura para todas as doenças, cura interior, alegria, paz, bondade e muito mais; e nota que os produtos que estão nas gôndolas são inumeráveis. 

De repente, este homem vê um produto que chama muito a sua atenção. O problema é que não conseguia alcançá-lo, estava exposto na parte mais alta da prateleira. O nome deste produto era Salvação

Passado algum tempo, inconformado por não poder alcançar o produto que mais lhe agradara, aproxima-se dele um homem e diz: 
- Não é pela força ou mérito que irá alcançá-lo, mas pela fé e o dom da graça. 

O “consumidor espiritual” abraçou estas palavras com a sua fé, e a graça o alcançou. Observa bem a embalagem do produto e fica impressionado com os benefícios que o mesmo iria lhe proporcionar. Muitas maravilhas, dentre elas: alegria, paz, longanimidade, domínio próprio, bondade, felicidade e muitos outros; tudo a seu favor. Procura a data de validade e não a encontra. A emoção e a alegria tomam conta, e o homem começa a chorar e sente no seu coração um profundo desejo de adorar, mas não sabe o que. Com as mãos sobre a cabeça diz: 
- Como poderei pagar por tudo isto? 

Seus olhos procuram um caixa ou alguém para perguntar quanto custaria aquilo tudo. Quando menos espera, aproxima-se dele um homem diferente, com uma aparência muito dócil e que possuía asas. Dirige-se gentilmente a ele e diz: 
- Satisfeito com tudo que tens? 

Ele responde: - Tenho? Nunca conseguirei pagar por tudo isto. 

Sorrindo o homem de asas diz a ele: 

- Tudo isto é teu. O preço já foi pago por alguém. Mas só falta uma coisa para você receber, não só aqui, mas por uma eternidade. 
- Mas quem poderia fazer tudo isto por mim. Diga-me o que preciso fazer? 
- Precisa saber a senha. 
- E qual é a senha? 
- Jesus. Este é o nome daquele que transformou a sua vida e reservou uma eternidade para estar com você. 
- Que maravilha! Mas como ele conseguiu pagar? 
- Com a sua própria vida. 
- Ele sofreu muito? 
- Antes de morrer, sofreu dores físicas e morais como outro homem nunca sofreu. 
- Não entendo, tanta dor e sofrimento por alguém que não merecia? 
- Existe algo que Ele sentiu que é maior do que toda a dor e sofrimento: Amor. 


quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Você ficaria de Pé?



Esta é uma história verdadeira que aconteceu há alguns anos, na Universidade da Carolina do Sul, nos Estados Unidos havia um Professor de filosofia que era um ateu convicto. Sempre sua meta principal era tomar um semestre inteiro para provar que DEUS não existe. 

Os estudantes sempre tinham medo de argí-lo por causa da sua lógica impecável. Por 20 anos ensinou e mostrou que jamais haveria alguém que ousasse contrariá-lo, embora, às vezes surgisse alguém que o tentasse, nunca o venciam. No final de todo semestre, no último dia, fazia a mesma pergunta à sua classe de 300 alunos: 

"- Se há alguém aqui que ainda acredita em Jesus, que fique de pé!"

Em 20 anos ninguém ousou levantar-se. Sabiam o que o professor faria em seguida. Diria: 

"- Porque qualquer um que acredita em Deus é um tolo! Se Deus existe impediria que este giz caísse ao chão e se quebrasse. Esta simples questão provaria que Ele existe, mas, não pode fazer isso!"

E todos os anos soltava o giz, que caia ao chão partindo-se em pedaços. E todos os estudantes apenas ficavam quietos, vendo a DEMONSTRAÇÃO. A maioria dos alunos pensavam que Deus poderia não existir. 

Certamente, havia alguns cristãos mas, todos tiveram muito medo de ficar de pé. Bem... Há alguns anos chegou a vez de um jovem cristão que tinha ouvido sobre a fama daquele professor. O jovem estava com medo, mas, por 3 meses daquele semestre orou todas as manhãs, pedindo que tivesse coragem de se levantar, não importando o que o professor dissesse ou o que a classe pensasse. Nada do que dissessem abalaria sua fé... Ao menos era seu desejo. Finalmente o dia chegou. O professor disse: 

"- Se há alguém aqui que ainda acredita em Jesus, que fique de pé!"

O professor e os 300 alunos viram, atônitos, o rapaz levantar-se no fundo da sala. O professor gritou: 

"- Você é um TOLO!!! Se Deus existe impedirá que este giz caia ao chão e se quebre!" 

E começou a erguer o braço, quando o giz escorregou entre seus dedos, deslizou pela camisa, por uma das pernas da calça, correu sobre o sapato e ao tocar no chão simplesmente rolou, sem se quebrar. O queixo do professor caiu enquanto seu olhar, assustado, seguia o giz. Quando o giz parou de rolar levantou a cabeça... Encarou o jovem e... Saiu apressada mente da sala. O rapaz caminhou firmemente para a frente de seus colegas e, por meia hora, compartilhou sua fé em Jesus. Os 300 estudantes ouviram, silenciosamente, sobre o amor de Deus por todos e sobre seu poder através de Jesus. 

EU ESTOU DE PÉ!!! Alguém me acompanha?

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

O espinho e a rosa

Um certo homem plantou uma rosa e passou a regá-la constantemente e, antes que ela desabrochasse, ele a examinou. Ele viu o botão que em breve desabrocharia, mas notou espinhos sobre o talo e pensou, “Como pode uma bela flor vir de uma planta rodeada de espinhos tão afiados?”
Entristecido por este pensamento, ele se recusou a regar a rosa, e, antes que estivesse pronta para desabrochar, ela morreu. Assim é com muitas pessoas. Dentro de cada alma há uma rosa: as qualidades dadas por Deus e plantadas em nós crescendo em meio aos espinhos de nossas faltas. Muitos de nós olhamos para nós mesmos e vemos apenas os espinhos, os defeitos.
Nós nos desesperamos, achando que nada de bom pode vir de nosso interior. Nós nos recusamos a regar o bem dentro de nós, e, consequentemente, isso morre.
Nós nunca percebemos o nosso potencial. Algumas pessoas não vêem a rosa dentro delas mesmas; Alguém mais deve mostrá-la a elas.
Um dos maiores dons que uma pessoa pode possuir ou compartilhar é ser capaz de passar pelos espinhos e encontrar a rosa dentro de outras pessoas. Esta é a característica do amor — olhar uma pessoa e conhecer suas verdadeiras faltas.
Aceitar aquela pessoa em sua vida, enquanto reconhece a beleza em sua alma e ajuda-a a perceber que ela pode superar suas aparentes imperfeições.
Se nós mostrarmos a essas pessoas a rosa, Elas superarão seus próprios espinhos. Só assim elas poderão desabrochar muitas e muitas vezes.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

A Segunda Milha?


“Certa mulher, muito devota, vindo a saber que o seu vizinho era crente, mandou-lhe avisar que era favor não passar pela calçada de sua casa.
Aquele homem que era um médico, fiel servo de Deus, e respeitador dos direitos de outrem, prontamente atendeu seu pedido.
Dia após dia, ao sair, descia o passeio e somente lá adiante, depois de haver passado a casa da vizinha, tornava a andar pela calçada.
Passaram-se os meses e pouco mais de um ano depois, aquela mulher caiu gravemente doente, de um câncer.
Começou logo seu tratamento, porém ainda que os médicos por ela chamados fossem os mais competentes, o mal se lhe tornava cada vez mais atormentador e incurável, até que nenhum médico pôde dar solução e assim foi desenganada.
Em face desta situação, o esposo e outros parentes insistiram com ela que permitisse ou aceitasse chamar o médico vizinho para vê-la, ao que ela se opunha, por ser ele crente.
Contudo, dada a insistência e a situação em que se encontrava, permitiu chamá-lo. Atendendo ao chamado começou aquele médico o melindroso tratamento.
Meses depois, parecia um milagre, aquele médico atestava-lhe perfeito restabelecimento.
Estando restabelecida, aquela mulher perguntou ao médico quanto devia ser a conta, ao que ele respondeu que era uma grande soma, e que ela só poderia pagar-lhe em mais de uma prestação.
Assustada com isto, insistiu aquela mulher: mas, quanto é? E o médico depois de alguns momentos de silêncio e reflexão disse: A conta é a seguinte – “Quero pedir que a senhora dê-me a permissão de passar pela calçada da sua casa.”
Envergonhada e profundamente emocionada por essa tão cristã atitude, aquela mulher, em lágrimas, confessou o seu erro e pediu-lhe perdão, vindo a se converter ao evangelho, dias depois!

Quando tudo for pedra, atire a primeira flor

Quando tudo parecer caminhar errado, seja você a tentar o primeiro passo certo;
Se tudo parecer escuro, se nada puder ser visto, acenda você a primeira luz, traga para a treva, você primeiro, a pequena lâmpada;
Quando todos estiverem chorando, tente você o primeiro sorriso; talvez não na forma de lábios sorridentes, mas na de um coração que compreenda, de braços que confortem;
Se a vida inteira for um imenso não, não pare você na busca do primeiro sim, ao qual tudo de positivo deverá seguir-se;
Quando ninguém souber coisa alguma, e você souber um pouquinho, seja o primeiro a ensinar, começando por aprender você mesmo, corrigindo-se a si mesmo;
Quando alguém estiver angustiado à procura, consulte bem o que se passa , talvez seja em busca de você mesmo que este seu irmão esteja;
Daí, portanto, o seu deve ser o primeiro a aparecer, o primeiro a mostrar-se, primeiro que pode ser o único e , mais sério ainda, talvez o último;
Quando a terra estiver seca, que sua mão seja a primeira a regá-la;
Quando a flor se sufocar na urze e no espinho, que sua mão seja a primeira a separar o joio, a arrancar a praga, a afagar a pétala, a acariciar a flor;
Se a porta estiver fechada, de você venha a primeira chave;
Se o vento sopra frio, que o calor de sua lareira seja a primeira proteção e primeiro abrigo;
Se o pão for apenas massa e não estiver cozido, seja você o primeiro forno para transformá-lo em alimento;
Não atire a primeira pedra em quem erra. De acusadores o mundo está cheio; nem, por outro lado, aplauda o erro; dentro em pouco, a ovação será ensurdecedora;
Ofereça sua mão primeiro para levantar quem caiu; sua atenção primeiro para aquele que foi esquecido; seja você o primeiro para aquele que não tem ninguém;
Quando tudo for espinho, atire a primeira flor; seja o primeiro a mostrar que há caminho de volta, compreendendo que o perdão regenera, que a compreensão edifica, que o auxílio possibilita, que o entendimento reconstrói.
Atire você, quando tudo for pedra, a primeira e decisiva flor.